Para começar, o que não é só meu…

Bom, já que é preciso dar corpo a este blog, vou dar um corpo múltiplo. Corpo que junta histórias. Que rouba um pouco de cada um que fez, e vem fazendo, parte do meu corpo vivo. E por isso, eu roubo, logo de cara, a história de três queridos amigos. Um deles, acabou virando meu marido: Marcelo Bressanin. Os outros dois, chegaram por ele: Milton Rizzato Tocchetto e Paulo Sandrini, amados completos.

E a história que abre este blog envolve, ainda, um outro corpo: Cocteau Twins. Para dizer a verdade, uma piada criada a partir de uma música dos caras. Uma música incrível, que eu nunca consegui escutar com outro refrão a não ser: “eu não vim, eu não vou”. E por conta deste refrão, a música ganhou outra forma. Ganhou uma história, que eu não vivi, mas passou a ser minha de um jeito….

Então, para começar com a pegada que faz sentido pra mim, vou chamar os três – se eles se animarem a escrever – , e mais uns outros caros meus – se eles se animarem a escrever – , para dar outros sabores para esta banda que eu acho do caralho!

Aqui Lorelei cujo refrão foi revisitado:

 

Sobre Eu não vim, eu não vou!

Eu sou a Gabriella Contoli. Estou aqui. Vou ali! Entre os pontos, tanta coisa....
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